Domingo, pela manhã, às 8h, comendo pão com manteiga, uma xícara de café, olhar mirando o outro lado da mesa, e sozinha. Norteada pela noite anterior, juntando as peças do quebra-cabeças que era viver dentro de algo que acabou já tinha um bom tempo, porém, ambos, dentro de uma teimosia, e um voltar atrás, insistiu.
Acreditar no: "vai dar certo", sendo que todo dia tinha algum sinal de que iria dar errado. Só davam certo quando trocavam respeito mutuo, quando respeitava o espaço, e a confiança a cada dia se firmava através de algum gesto, porém não se pegaram muito nisso, e as discussões eram mais frequentes.
Entender coisas muito básicas para dar continuidade num relacionamento - seja ele qual for, não faz só durar, e fazer dar certo todos os dias, e ter sentindo em estar com quem você quer estar. É que se você entender que o que faz alguém ficar é justamente a importância que se dá pela vida dessa pessoa. Se importar com a vida, é perceber se tu está magoando, apertando algum nó, tirando dessa pessoa algo precioso, e entender que estar com alguém não lhe faz proprietária(o). A gente tem que aprender o que é liberdade de fato. A gente é livre para cometer erros o tempo todo, da mesma forma que a gente se esforça para os acertos.
Aprender em não hostilizar. E não deixar em ser hostilizado. No menor sinal, corra. Aprender a detectar esses sinais. Desde com quem você não deveria conversar, a roupa que se usa, como se maqueia, os lugares que você frequenta, seu ciclo de amizade. Não permitir essa mutação dentro do seu comportamento, em prol de algo que tá tão frágil. Isso vale para ambos, mas como meu ponto de vista vem do olhar feminino, me restrinjo.
Você é namorada(o)/esposa(o), não a mãe ou pai da pessoa.
Insistir nem sempre quer dizer que você é forte
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