Dona
Sou o som que perturba meu silêncio,
a luz da minha escuridão,
alguém no meu vazio.
Sou a razão de mim mesma
e para mim mesma.
Sou o movimento para minha quietude,
o sorriso que alivia,
o olhar que me culpa.
Sou o meu próprio perdão,
e por isso,
meu próprio julgamento,
e na minha própria sentença,
me condeno à liberdade, ou,
à minha própria prisão.
R.C.P.
a luz da minha escuridão,
alguém no meu vazio.
Sou a razão de mim mesma
e para mim mesma.
Sou o movimento para minha quietude,
o sorriso que alivia,
o olhar que me culpa.
Sou o meu próprio perdão,
e por isso,
meu próprio julgamento,
e na minha própria sentença,
me condeno à liberdade, ou,
à minha própria prisão.
R.C.P.
Comentários
Postar um comentário